A segunda-feira (02) segue sendo negativa para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3), com extensão dos recuos.

Por volta das 11h56 (horário de Brasília), o vencimento setembro/21 era cotado à R$ 98,61 com queda de 0,79%, o novembro/21 valia R$ 99,19 com perda de 0,51%, o janeiro/22 era negociado por R$ 100,22 com baixa de 0,58% e o março/22 tinha valor de R$ 100,50 com desvalorização de 0,30%.

De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, o movimento de correção continua nos futuros do cereal na B3 pressionados pelas importações e avanço da colheita.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro reverteram suas posições e passaram a subir na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta manhã. 

Por volta das 11h44 (horário de Brasília), o vencimento setembro/21 era cotado à US$ 5,49 com alta de 2,25 pontos, o dezembro/21 valia US$ 5,48 com elevação de 3,50 pontos, o março/22 era negociado por US$ 5,56 com ganho de 3,50 pontos e o maio/22 tinha valor de US$ 5,61 com valorização de 3,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, já era esperado que os declínios das cotações fossem limitados, já que os traders aguardam o relatório das condições da safra do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na tarde de segunda-feira.

Os consultores de commodities da Kluis esperam que o relatório de progresso da safra do USDA mostre as classificações nacionais de milho entre estáveis e 1% mais baixas do que na semana passada.

“A chave para vigiar será Iowa. O relatório de progresso da safra mostrou que as classificações de safra de milho de Iowa caíram de 3% a 65% na semana passada. Se as classificações de safra de Iowa caírem do final de julho para agosto, isso afetará o potencial de rendimento nacional do milho”, dizem os consultores.

O site internacional Successful Farming, destaca também que gestores de dinheiro aumentaram suas posições compradas líquidas, ou apostas em preços mais altos, no milho para o nível mais alto em quase um mês, enquanto reduziam ligeiramente as apostas de alta na soja, de acordo com a Commodity Futures Trading Commission.

Fonte: Notícias Agrícolas