Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais altos nessa sexta-feira, 29, nas principais praças do país, acompanhando a combinação de valorização do dólar e de Chicago. O mercado seguiu lento, com cerca de 30 mil toneladas trocando de mãos.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 166 para R$ 167. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 165 para R$ 166. No porto de Rio Grande, o preço passou de R$ 166 para R$ 167,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço aumentou de R$ 172 para R$ 174 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca de soja subiu de R$ 165 para R$ 167.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 155 para R$ 156. Em Dourados (MS), a cotação subiu de R$ 158 para R$ 159 a saca. Em Rio Verde (GO), a saca subiu de R$ 160 para R$ 165.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago fecharam a sexta-feira com preços mais altos, ampliando a valorização acumulada na semana e no mês. Os sinais de demanda aquecida nos Estados Unidos – tanto na exportação como no esmagamento – e a preocupação com o clima no Brasil sustentaram as cotações.

Com a alta desta sexta, a posição março, a mais negociada, encerrou a semana com alta de 4,39% e o mês com valorização de 4,45%.

O mercado se mostra em dúvida quanto ao verdadeiro tamanho da safra sul-americana. O atraso na entrada da safra brasileira, devido ao atraso na colheita com o excesso de chuvas, foi fator fundamental para a elevação semanal.

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 16,75 centavos de dólar por libra-peso ou 1,23% a US$ 13,70 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 13,67 por bushel, com ganho de 15,50 centavos ou 1,14%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo subiu US$ 3,90 ou 0,91% a US$ 431 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 44,62 centavos de dólar, com perda de 0,03 centavo ou 0,06%.

Fonte: Canal Rural